Crianças e jovens não têm que estar à mercê de professores que pretendem doutriná-los conduzindo discussões que nada têm a ver com o propósito de Ensino.

"Professores falando sobre política, defendendo este ou aquele partido; professores falando (contra ou a favor) sobre ideologia de gênero estão  fora de sua verdadeira missão educacional". 

Valores e a educação são aprendidos em casa por meio do diálogo e exemplos dados pelos pais e/ou responsáveis.

A doutrinação política e ideológica que os professores possam a vir a exercer nas salas de aula deve ser reprovada com veemência. Ninguém tem o direito de - no exercício de sua profissão de educador - fazer/ tentar a cabeça de nosso filhos.

No sábado (2) participei dor encontro nacional do movimento “Escola sem Partido”, no aeroporto internacional de São Paulo (GRU) que reuniu muita gente que é contra essa aberração de professores tendenciosos que saem fora do que determina o currículo escolar para expor noções, conhecimento, condutas, ideias que nem sempre vão ao encontro do que os pais querem que seus filhos aprendam.

Neutralidade política, ideológica e religiosa é o que desejamos como conduta das escolas que confiamos para colocar nossos filhos.

Desde 2004, o tema é discutido e, desde aquela época, defendo o programa Escola sem Partido: acho inadmissível que crianças e adolescentes ouçam um professor expor crenças e ideologias que não são as mesmas que seus pais defendem.

No sábado, estive com o fundador e coordenador do movimento Escola sem Partido, o procurador de Justiça de São Paulo, Miguel Nagib e com o vereador Clayton Silva, da cidade de Limeira.

 Estamos juntos nessa luta.

Telefone:  (11) 3396-4405

Email: 

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